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junho 16, 2009

DE REPENTE FLORES

"E de repente surgiram as flores

como pétalas de esperança entre as dúvidas.


E de repente surgiram as flores.


As flores do vento, da cor e da união.


E de repente surgiram as flores


como gotas de orvalho entre você e eu.


E de repente surgiram as flores


dos barcos ancorados, na noite, em frente a baía.


E de repente surgiram as flores da insegurança


e do medo, de quem sabe, viver só.


E de repente surgiram as flores


de quando pede pra ficar e não diz se vai voltar.


E de repente a chuva caiu do temor.


O sol ainda se viu brilhando na certezado arco-íris irreal.


Da mais pura obra.


Do desabrochar de uma flor.


E de repente surgiu o que muito não se via,


tão pouco se sentia.


Não mais que de repente!


"DE REPENTE, AS FLORES!


(Mauricio Bahia)

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